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É cada uma…
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Há quatro ou cinco anos, ele vinha sentindo dores regularmente.
‘Mesmo caminhar se tornou um sofrimento para mim’, disse Lao Du.

O chinês Lao Du, de 55 anos, que mora em Zhengzhou (China), enfim poderá sentar tranquilamente após os médicos removerem uma agulha quebrada de seringa que tinha ficado presa em suas nádegas por incríveis 31 anos.
A agulha ficou espetada nas nádegas de Lao após uma injeção mal-sucedida em 1978, segundo a emissora Zhongyuan. Na época, ele foi levado para o hospital, mas os médicos não conseguiram localizar a agulha.
“Fui levado para um hospital imediatamente. Depois de ter ficado hospitalizado por nove dias, os médicos não conseguiram encontrar a agulha quebrada”, afirmou Lao Du, que sempre acreditou que o objeto estava espetado nas nádegas.
Há quatro ou cinco anos, ele contou que começou a sentir dores regularmente.
“Mesmo caminhar se tornou um sofrimento para mim”, disse ele, destacando que os hospitais não queriam fazer a cirurgia porque o incidente tinha acontecido há muito tempo.
No entanto a sorte mudou quando ele procurou o Hospital Zhengzhou. O médico Fu Konglong encontrou a ponta da agulha após três horas de cirurgia. “Foi uma cirurgia minuciosa. Tivemos que olhar em cada fibra muscular”, destacou ele.
Nicole foi detida por usar ‘táticas agressivas de prostituição’.
Justiça do condado de Gaston (EUA) fixou fiança em US$ 2 mil.
A prostituta Nicole Mary Scarpone, de 26 anos, foi presa em Gastonia, no estado da Carolina do Norte (EUA), após invadir um apartamento e exigir que três homens pagassem US$ 10 (cerca de R$ 22,4) para ter relações sexuais com ela.
Nicole foi detida por usar “táticas agressivas de prostituição”. Segundo a polícia de Gastonia, a mulher disse que já tinha feito sexo no apartamento anteriormente, mas admitiu que nessa ocasião não tinha sido chamada e apareceu de surpresa.
Scarpone bateu na porta do apartamento e forçou a entrada quando ela foi aberta. Ela chegou a acusar os homens de estarem devendo US$ 100 antes de tentar conseguir um “dinheiro extra” com um programa rápido.
Como a tática não deu certo, Nicole Scarpone foi presa e levada para a cadeia do condado de Gaston. A Justiça fixou sua fiança em US$ 2 mil (cerca de R$ 4.475).
Apesar da praticidade e de evitar burocracias e fraudes, o novo documento pode ser perigoso por guardar informações confidenciais em um só sistema.
A partir de março, a Polícia Federal dará início a um processo gradual de substituição das atuais carteiras de identidade. Em seu lugar, virá o RIC, Registro Único de Identidade Civil, considerado um dos mecanismos de identificação mais seguros do mundo. O novo cartão vai reunir as informações de vários documentos, com a finalidade de provar, acima de dúvidas, a identidade do usuário. É uma forma de acabar com as fraudes e duplicidades em serviços públicos. O RIC se parece com um cartão de crédito. Leva um chip com a impressão digital de seu usuário e permite que as informações sejam cotejadas com uma base de dados nacional. O cidadão põe o polegar no leitor biométrico e pronto: em um instante a autoridade saberá tudo sobre ele. Isso é bom ou é ruim?
O RIC é um cartão ultratecnológico. Com dados impressos a laser e informações criptografadas, ele embute mecanismos de segurança que praticamente anulam a possibilidade de fraude. Exibe marcas-d’água e efeitos ópticos que só poderão ser vistos sob luz especial. Nele estarão impressos o número do CPF, do título de eleitor e, provisoriamente, do antigo RG. Aos poucos, poderá incluir também o número de outros documentos, como da carteira de trabalho e do PIS. “A ideia é reunir tudo em um cartão que garanta autenticidade a seu portador”, diz Célio Ribeiro, da Associação Brasileira das Empresas de Tecnologia em Identificação Digital.
A nova identidade deverá facilitar a vida do cidadão. Em breve, será possível visitar um posto móvel do INSS e ter acesso imediato a contribuições, débitos e pendências. O eleitor, por sua vez, poderá votar em trânsito, de onde estiver. Basta levar o cartão RIC a qualquer terminal público do país. E confirmar a identidade colocando o polegar em um leitor de digitais.
O RG atual não impede a burocracia. E facilita fraudes. O crime de falsificação do Registro Geral (RG) é um dos mais comuns no Brasil. A prática está por trás de 72% dos golpes a bancos e lojas. Isso ocorre basicamente porque o RG é um documento emitido pelos Estados. Cada cidadão pode ter mais de 20 identidades expedidas por Estados diferentes, sem infringir a lei. E não corre o risco de ter suas digitais comparadas. A brecha é importante para os oportunistas. Dela surgem os documentos duplicados e os RGs falsos.
O RIC, entretanto, é um documento nacional. As digitais de cada usuário vão integrar uma base de dados unificada. Até o lendário João da Silva, rei dos homônimos, não terá mais problema com seu nome comum: ninguém mais tem impressão digital igual a sua. A nova identidade também promete acabar com boa parte das fraudes eleitorais. Em tese, ninguém poderá votar duas vezes. Nem ter inúmeras inscrições na Previdência Social e receber pensões em duplicidade.
Essa é a parte boa da novidade. Mas existem outras. Especialistas em segurança da informação alertam: concentrar tudo em um único cartão pode ser perigoso. O governo federal terá de aumentar o nível de segurança do Instituto Nacional de Identificação (INI), que concentrará as digitais dos cidadãos brasileiros. “Ao juntar informações em um único local, você aumenta a importância desses dados. A segurança terá de aumentar na mesma proporção”, diz Eduardo Bouças, diretor-executivo da Cipher, empresa especializada em segurança da informação. Bouças explica que a plataforma de dados ficará em evidência. Por isso, deverá concentrar o interesse de hackers. “Eles agora terão um objetivo comum, um ponto único para atacar.”
Do lado da cidadania, o problema é outro: como ter certeza de que as informações dadas ao governo e centralizadas permanecerão confidenciais? Mais ainda, quem garante que elas não serão usadas sem autorização do cidadão? Informação, afinal, é poder. “O governo precisa deixar claro que esses dados terão fins unicamente administrativos”, diz Cezar Britto, presidente nacional da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB). Com todos os documentos centralizados em um único sistema, o governo terá facilidade para cruzar dados e rastrear o perfil de cada cidadão brasileiro, violando sua privacidade. Os técnicos dizem que, se quiser, um gestor mal-intencionado poderá vender as informações do banco de dados a empresas privadas. Ou a marginais. “Toda forma de concentração de dados, sem o controle devido, pode gerar abuso”, afirma Britto, da OAB. A instituição não é contrária ao novo documento.
O governo fez bem em investir US$ 35 milhões em um sistema de identificação tão avançado? O Brasil está no caminho certo? Do ponto de vista da segurança, o Sistema Automatizado de Identificação de Impressões Digitais (Afis) – usado para captar e administrar os dados do novo cartão brasileiro – tem o aval do FBI e da Interpol.
De acordo com especialistas, não há, até o momento, instrumento mais seguro de identificação que o cartão com chip. A União Europeia criou um registro de identidade há três anos com as mesmas características. As fraudes caíram em 30%. Mesmo nos Estados Unidos, país com forte tradição liberal, foi lançado há dois anos um modelo de documento nacional que vem sendo adotado gradualmente pelos diversos Estados do país. O sistema é semelhante ao RIC.
Há motivos para acreditar que o RIC vai dar certo. O sistema Afis, comprado pelo governo federal em 2004, já está sendo usado na área criminal com sucesso. Há 5 milhões de digitais cadastradas até o momento, e a base de dados aumentou em 40% a identificação de infratores. O que se fará agora é estender a identificação para 150 milhões de civis. Se der certo, o RIC colocará o país em uma posição de vanguarda em sistemas de identificação.
Fonte: Revista ÉPOCA e ARPEN-SP
‘Nossa iniciativa visa revitalizar a economia doméstica’, diz executivo.

Será que o desconto pode chegar a “um pau”?

Acima os "culpados" pelos 2.000 bebês.
Bom por aqui já culparam até o Boto Rosa, isso de estátuas mágicas é “fichinha.”
Nem de graça a galera quis ouvir a “música” da Banda Leme.
hauhauahauhauah
….NERD UNIDO JAMAIS SERÁ VENCIDO!!!!!
Uma falha muito grande dos organizadores do evento, onde já se viu trazer uma banda de Funk Carioca pra tocar em um evento onde só têm Nerds!!!!???
Só acho que não deve ter nenhum tipo de violência física, mas se eu estivesse lá com certeza vaiaria bem alto! hauhauahuh
Tá certo… tá certo… eu AINDA não conferi experimentando o jogo, que saiu para várias plataformas, dentre elas o Playstation 3. Me aguardem pois quem espera sempre alcança…. hihi
Porém, entrei no site oficial da guria e lá estavam alguns vídeos com a mulher das mil armas em ação. É simplesmente de tirar o fôlego… Quem é fã não pode deixar de ver:
Os gráficos e os novos movimentos de Lara surpreendem, fórmula que tem dado certo, afinal de contas o jogo é um sucesso com mais de 10 anos de existência exatamente pela variedade de movimentos e possibilidade de exploração do ambiente que o jogo apresenta.
Acrescente ruínas antigas, sons de florestas e animais… pronto! O clima está feito…
É este o segredo do sucesso de Tomb Raider desde o primeiro até sua nona versão (e olha que estou excluindo alguns adicionais lançados entre um jogo e outro).
Pra que curte, olha o “Vale a Pena Ver de Novo” com a cronologia da série:
Para aqueles que são fãs de carteirinha como eu deve ter de cor e saltiado todos os nomes do jogo que fez uma revolução na era do video-games:
Tomb Raider I – Lara Croft é apresentada ao público como uma arqueóloga inglesa. Famosa por seus feitos de descobrir relíquias prescutando tumbas e vasculhando ruínas. Seus serviços são solicitados por Jacqueline Natla (uma executiva poderosa), que financia sua expedição solitária no intuito de encontrar uma peça perdida do continente afundado de Atlântida, o Scion (composta de 3 partes expalhados por diversos lugares do planeta). A sede de aventura de Lara começa nas montanhas geladas do Peru, passando pelo Egito, Grécia e termina na própria Atlanta com revelações sobre a verdadeira identidade de Jacqueline.
A personagem possui multiplos movimentos, fazendo com que o jogador tenha a necessidade de navegar por todos os 12 botões do controle de seu Playstation. Lembro-me que achava o máximo o fato dos quatro botões de ação (quadrado, xis, triângulo e bolinha) não serem os óbvios “pulo forte”, “pulo fraco”, etc… E usavamos o L1,L2,R1,R2!!!
Tomb Raider II : The Dagger of Xian – Nesta aventura acompanhamos Lara em busca da Adaga de Xian pela Muralha da China. Diz a lenda que o possuidor da Adaga será capaz de esmagadar exércitos e subjulgar seu inimigos. Fase a fase descobrimos que o poder da arma é capaz de tranformar seu possuidor em um dragão com poderes catastróficos.
Lara ganha novos movimentos, podendo utilizar escadas para escalar lugares altos (que nem seu “super pulo” poderia alcançar) e também interage com novos veículos. Dentre eles: uma lancha em veneza e um snow mobil na Antartida. Na água, ela pode usar uma espécie de arma que lança arpões para se defender de alguns peixes mais perigosos como tubarões. Seu arsenal também ganha algumas armas adicionais e seu “Inventory” traz um novo item, o “flare”, muito útil em lugares completamente escuros e para verificar a profundidade de determinados locais.
Tomb Raider III: Adventures of Lara Croft - E as aventuras continuam com Lara procurando pedaços de um meteoro com poderes ocultos. As fases do jogo nos levam para a Índia (encontro com a estátua de 4 braços – Shiva – é uma das partes mais empolgantes da fase), Londres (Lara vem como uma roupa estilo “mulher gato” e as linhas de trem da cidade fazem da fase um incrível labirinto), Area 51 (que me deu muito medo… diga-se de passagem), Pacífico Sul (os habitantes do local não se agradam da “visita” da arqueologa e aparecem sorrateiramente para atacá-la) e por fim Antartida (lugares escuros e criaturas estranhas compõe o cenário). A casa da Lara também traz algumas dicas interessantes cmo a sua sala secreta de artefatos, lá encontra-se o Scion (Tomb Raider I), a Adaga de Xian (Tomb Raider II) e alguns outros artefatos que aparecem em jogos posteriores, como em Tomb Raider Cronicles.
Lara agora ganha a capacidade de se esgueirar por passagens pequenas, aguachando-se para pegar itens escondidos ou simplesmente passar de uma sala para a outra. Roupas e novas armas completam o cenário, com a inclusão de um novo veiculo. O bug é usado nas ruinas indianas, exigindo muita perícia em determinadas partes do trajeto. Um dos jogos mais dificeis da série na minha opinião.
Tomb Raider IV : The Last Revelation – Mostra a Lara em seu “início de carreira”. Agora você conhece Lara com seus 16 anos e Von Croy, seu tio e tutor ensina os primeiros passos do que seria sua eterna paixão: a busca por artefatos perdidos. Nessa primeiríssima aventura ela encontra a tão famosa mochilinha. Quase toda a saga se passa no Egito, onde Lara acidentalmente desperta Seth, um antigo deus egípcio.
Sua meta e tentar ajeitar toda a situação. Ao final ela acaba presa em uma das tumbas do Egito, oque me deu um grande susto. Seria o fim de Lara?
Lara agrega mais alguns movimentos pra sua coleção, dentre eles a possibilidade de se pendurar em cordas. Ganha também uma nova arma, a besta. Os veículos integrantes do jogo são o jipe e uma moto (com aquele “carrinho” que vem ao lado da moto, que atrapalha muito por sinal). Além de existir a fase de Lara se aventurando no topo dos vagões de um trem em movimento.
Tomb Raider V: Cronicles – Lara supostamente está morta. Alguns companheiros de apoio, como o mordomo e outros encontrados em outros jogos, relembram diversas aventuras da heroína. Desde pequena, em uma fase complicada onde não se usa armas, numa ilha um tanto assombrosa. Até no frio da Rússia… passando por um prédio hi-tech (roupa de ‘mulher gato’ melhorzinha) na cidade.
Lara traz outros movimentos, como a possibilidade de dar uma especie de “cambalhota” quando está agachada em luguares estreitos para pode descer (isso facilitou muuuuuuuuuuuuito minha vida, ficar virando ela de costas era um saco!), pegar barras e girar para alcançar outros lugares inacessíveis também é novidade. Além da possibilidade de abrir gavetas e armários em busca de itens corriqueiros ou chaves de acesso para fechar a fase. Ah!!! Como Lara está mais nova, ela também corre mais rápido.
Tomb Raider VI: The Angel of Darkness – Visual novo e um questionamento está no ar. Quem matou Von Croy? O tutor de Lara é encontrato sem vida em um apartamento em Paris e Lara é a principal suspeita. Que para provar sua inocencia deverá descobrir o verdadeiro assassino de seu tio.
Em termos de jogabilidade, as coisas mudam drasticamente. Lara ganha alguns movimentos assim como um novo visual. Este jogo foi o que menos joguei , a câmera do jogo não encontra-se mais atrás da personagem e sim é fixa em pontos na tela. O combate corpo-a-corpo e furtivo também são novidades nos movimentos de Lara.
Tomb Raider VII: Legend – Lara Croft está “mudada” em termos “renderizáveis”. Além de ganhar mais curvas, ela ganha mais detalhes, como piscar os olhos e alguns movimentos feitos quando a deixamos parada por algum tempo (se espreguiçando, tirando terra da bunda e sacudinho os pés para tirar a agua de seus sapatos após um mergulho). Lara troca seu flare por uma lanterna, possui um cabo onde ela pode usá-lo para se pendurar em determinados lugares e também alçançar objetos fora de seu alçance.
O jogo continua com camêras fixas, roupas diferenciadas e fases com efeitos atmosfericos bem reais. Como a chuva na fase do teatro fechado com cenas do Rei Artur.
Tomb Raider VIII: Anniversary – Remake do primeiro. Só posso dizer que “pirei” quando comecei a jogar este. Pra mim é um dos melhores jogos da série pois acompanhei Lara desde o princípio e nenhum dos jogos me impressionou tanto quanto o primeiro, tanto pela novidade de sua centena de movimentos como por todo o clima do jogo. Ver a Lara Croft do “Legend” vestida para jogar o Tomb Raider I foi mais que demais!!! Além de tudo que eu esperava das fases do primeiro jogo (o que passei váaaaaaaaarias vezes e repeti sem enjoar), os criadores colocam um “plus” com novos quebra cabeças. Além de todo o presente que se ganha ao encontrar os artefatos especiais pelo jogo, abrindo menus com os comparativos Tomb Raider X Anniversary. Infelizmente não fechei o jogo com todos os artefatos em mãos… mas farei só para poder ver o “making off” do jogo.
Lara possui todos os movimentos do “Legend”. Suas roupas não são alteradas no jogo, pois assim não faria alusão ao Tomb I e nem seria, na minha opinião, uma homenagem condigna. Para quem jogou o primeiro e tem alguma “cisma” deste, eu falo como fã de carteirinha: O jogo é muito bom! Estão todos lá: Pierre, Larson e os outros…Jacqueline “volta” com força total fazendo de cada fase uma grande nostalgia!!!
Todos saudemos a evolução de Lara Croft!
Até um próximo post!
Deborah

Livro que vale aproximadamente R$ 500 milhões de reais
O escritor alemão Tomas Alexander Hartmann apresentará em março deste ano pela última vez o livro “Die Aufgabe” (”A Tarefa”), que tem apenas 13 páginas e custa 153 milhões de euros (cerca de R$ 512 milhões), segundo o jornal espanhol “Metro”.
O preço do livro, que foi apresentado pela primeira vez ao público na Book Expo America 2008 Fair, feira de livros que aconteceu em Los Angeles, é elevado porque, segundo Hartmann, responde as três questões mais importantes da humanidade em menos de 300 frases.
“De onde viemos?, Para onde vamos?, Qual é a missão real que estamos por realizar?” Essas são algumas das dúvidas que o autor promete decifrar para quem estiver disposto a pagar mais de R$ 500 milhões pelo livro de 13 páginas.
Segundo o Metro, o autor diz estar cansado das críticas que tem recebido por causa do valor do seu livro. Por isso, ele decidiu que não vai mais expor a obra depois da feira de Art Dubai, nos Emirados Árabes Unidos, que acontecerá em março.
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Responda Rápido:
Quais perguntas você gostaria de ver respondidas?
Minha lista
1 – Qual o verdadeiro final do desenho A Caverna do Dragão?
2 – Ulisses Guimarães está morto?
3 – No filme Sr. dos Anéis, porque não usaram os Passáros gigantes para levar o Anel, e agilizar o lado do Frodo? (os mesmo passáros que resgantam Frodo no final do filme.)
4 – Será que um dia Voldemort chegará á Hogwarts e acabará a série Harry Potter?
5 – Funk Carioca é música?
6 – Tostines vende mais porque é fresquinho ou é fresquinho porque vende mais?
Vídeo antigo, mas vi recentemente no Bobagento.

<br>Chana é bem confortável internamente e têm uma traseira bem ampla que comporta até 700 quilos de carga.
Justiça sueca autoriza tratamento de ‘viciada’ em Coca-Cola
“Mulher não consegue controlar desejo de consumir o refrigerante.
Ela tem vários problemas de saúde, como diabetes e pressão alta.”
Vício em coca é um problema sério, o próprio “craque” Maradona é uma prova disso.
Mas dizem que hoje em dia ele lagou a coca e consegue viver uma vida quase normal.
Abaixo seque um pequeno resumo da luta de Maradona para lagar a coca:
